quarta-feira, 25 de maio de 2011

Amor, Paixão e Ilusão.

Amar, sentimento considerado essencial para o homem, que faz com que se tenha uma relação de mais consideração, carinho e respeito entre as pessoas.

Mas o que é o amor?

A capacidade de sentir algo por outra pessoa, um sentimento que te faça confortável e feliz ou a expressão da carência do homem em ser correspondido e confortado?

O amor maior na maioria das vezes não vem sozinho, já que procuramos nele o afeto que não é encontrado nas relações com outras pessoas, e que desejamos achar em uma relação única, dando tanto valor a ele que quando achamos, criamos junto vários outros sentimentos que atrapalham o trabalho do amor.

Amor familiar, amor entre amigos, amor entre um casal, assim foi classificado o mesmo tipo de sentimento que segue em uma escala do sentimento mais fraco ao mais forte, mais sempre o mesmo amor.

Nessa escala bem no topo às vezes sem freio, chegamos a um amor que altera o ser, transformando a pessoa em dependente dele, ou mesmo uma pessoa que desenvolve características e sentimento de possessão sobre aquilo que te faz sentir amor. Já se tornando não mais amor, mas sim um desejo incontrolável por algo, em que às vezes se obtemos já não é o que queríamos.

Considerando assim, que nessa etapa fazemos de tudo para tentar conseguir uma ilusão criada em nossa mente que se difere da realidade.

E a paixão? Sentimento de desejo explosivo, e deslumbramento por algo, alguém ou objeto que devido as suas características geralmente compatíveis com o gosto da pessoa ou pelo valor criado na própria mente da pessoa se torna imaginavelmente único, desejavelmente único.

Uma boa classificação para os dois é a que o amor é crônico e paixão é aguda, mas sendo da mesma classe se sentimento.
Indiscutivelmente a mente nossa tem a participação especial, tanto em criar a imagem do objeto amado (que às vezes a cria como sendo tão especial que nunca poderá ser substituído) ou mesmo criando ilusões de como seria feliz se obtivesse tal amor, e com isso sentimos a necessidade de obter esse sentimento.

Mas qual a verdadeira forma de se apaixonar?

Apaixonar-se é fundamental, e devemos nos apaixonar diariamente por tudo aquilo que nos atrai, não nós deixando cegar ou mesmo esquecer de nós mesmos.

E quanto amar?

Muito, pouco, apenas uma pessoa, ou todos que nos cercam mesmo até aqueles que não temos nenhum vínculo, geralmente não quantificamos e nem escolhemos, mas deixamos a encargo da mente criar o sentimento para nós, e nós ficamos a encargo de alimentá-la. Um ensinamento bom para definir essa quantidade quando em razão consigo pensar é: “Amar aos outros como a si mesmo”, já que estou amando tanto o outro que esqueço de mim e faço coisas que me prejudicam, assim não me amo, então não devo ter esse tamanho amor pelo outro, e se amo o outro ao ponto de estar sempre me amando, e que com esse amor sempre faço coisas que me fazem bem, continuo esse amor.

E se não recebo amor? Talvez seja porque eu me amo muito a ponto de rejeitá-lo ou porque não me amo ainda!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O comportamento do Tempo.

Em nossa rotina diária uma das maiores dificuldades nossa é termos um bom relacionamento com o tempo. Sempre atrasado ou correndo para chegar a tempo, todos os dias.

Mas quando penso no tempo, muito mais do que o relógio eu visualizo e entro mais afundo a fim de compreender como é o seu funcionamento e assim ter com ele um melhor relacionamento.

Pensando em tempo logo a minha cabeça vem três fases chamadas: passado, presente e futuro, que definem uma linha do antes, o agora e o depois. Porem mais complexo que isso é se pensarmos o que é cada um deles e como funcionam.

A física reconhece em algumas teses a existências desses três estágios, porem em pensamento às vezes questiono as suas existências. O presente é fato, é o que vivenciamos hoje.
E o passado?

Se olharmos uma estrela bem longe por um telescópio vemos sua imagem por meio da luz refletida por ela. Porem uma estrela que se situa a 10 mil anos-luz demoraria 10 mil anos para a luz sair dela e chegar em mim. Assim o que vejo hoje é a imagem dela a 10 mil anos atrás sendo que hoje ela pode nem existir mais. Então vejo o passado agora no presente.

Pensando nessa situação, se alguém visse a minha imagem há 25 anos-luz de distancia, estaria vendo hoje meu nascimento e o meu passado seria o presente para essa pessoa, o que para mim o passado estaria somente em lembranças.
E o futuro?

Feito de previsões, o futuro é algo que virá existir com base no andamento do presente, porem é o que imagino, previsões. Mas se pensar o futuro no momento que chegar, será o meu presente, pois ele existe só em minha cabeça, sendo assim parte da minha imaginação.

Na física o tempo é considerado nossa quarta dimensão, sendo as outras três as dimensões horizontal, vertical e a profundidade, assim chamando esse grupo de espaço-tempo. A dimensão tempo é definido pelos acontecimentos que ocorrem, um em seguida do outro.Como exemplo nesse momento estou digitando, mas antes estava andando, antes estava comendo, etc...

É sabido que a dimensão tempo é influenciada principalmente pela força gravitacional, sendo ela responsável por acelerar ou pausar o movimento da matéria e assim conseqüentemente parar os acontecimentos. Em teorias, antes da explosão do big-bang (criação do universo) não existia tempo, já que a matéria não existia, muito menos o seu movimento. Assim antes era infinito? Sem a linha de começo e fim?

Essa questão é de difícil entendimento já que desde que nascemos nos confrontamos com tudo que vemos tendo um inicio e um fim, sendo impossível de entender um estado de infinito.

Pensando em tudo isso, a melhor compreensão que consigo sobre esse companheiro de todos os dias é a de um presente continuo sem futuro porem com lembranças dos acontecimentos passados, mas que sempre será um presente, e que deve ser tratado como aquilo que não consigo entender, mas compreendo em um presente-continuo-infinito.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Células.

Fazendo uma ligação ao texto passado sobre o Raciocínio, hoje destaco a questão sobre a descoberta de nossas células e toda a nossa composição corporal.

Todo aquele que já estudou sobre biologia sabe que nosso corpo é composto de átomos que juntos formam substâncias e que unidas formam as nossas células, e por sua vez formam os tecidos depois os órgãos e os sistemas (nervoso, gastrointestinal, urinário, etc.).

Esses conjuntos de uniões foram sendo criadas a partir dos tempos com nossa evolução. A começar com a união dos átomos por afinidades e logo após a vida nas primeiras células simples, que com um mecanismo inexplicável são capazes de evoluir a partir do ambiente que se encontram por meio de uma adequação.

Esse mecanismo inexplicável fez com que as células evoluíssem se juntando umas as outras, ou mesmo se tornando mais fortes e mais resistentes, a exemplo de hoje as bactérias que são células simples e de capacidade de evolução ou adequação ao ambiente, ou as complexas células de animais, plantas e seres de multicelulares.

Sabendo que nosso corpo é composto por uma quantidade imensa de células unidas e que funcionando em conjunto é capaz da manutenção de nosso organismo, inúmeras pesquisas foram feitas e são feitas diariamente, pois decifrar essas famosas células nos faz ter um conhecimento sobre o funcionamento de nosso organismo.

No nosso organismo existem vários tipos de células, as que nos movimentam e nos sustentam (células dos músculos, ossos, etc.), as que fazem a digestão dos alimentos que ingerimos (células dos órgãos do aparelho digestivo), células que nos fazem agir ter movimento e raciocinar (células do sistema nervoso), etc. E essas células fazem com que tenhamos a nossa consciência, pois é por elas que pensamos, agimos e interagimos com os ambientes e os outros seres vivos.

Compreendendo isso vem à questão: será que somos células, ou as células é que são nós? Já que todo nosso comportamento é ditado por elas, sentimos fome porque elas dizem que sentimos, temos pensamentos porque são elas que se comunicam umas com as outras gerando nosso pensamento, locomovemos porque células emitem sinais a outras células que fazem elas se movimentarem e assim movimentamos. Seguimos o seu funcionamento e se há uma disfunção em um conjunto de células do nosso sistema nervoso, podemos nos tornar pessoas totalmente diferentes do que somos agora, como é o caso do distúrbio de Depressão que ataca cada vez mais pessoas, não sabendo se é ocasionada por nós e nosso convívio em sociedade ou ocasionada por uma disfunção em determinadas células do nosso organismo ou mesmo com o nosso convívio em sociedade atacamos nossas células e elas atacadas geram esse distúrbio.

Assim somos um aglomerado de células e não sabemos se nossas ações que temos no dia a dia são de escolhas nossas ou de escolhas de nossas células interagindo com o meio que vivemos. Estudos recentes apontaram que determinadas ações nossas que realizamos no dia a dia já são definidas por nossas células muito antes de pensarmos em fazê-las.

E sobre as células nossas donas, ou nós donos delas, fica uma questão a ser estudada e sem resposta por enquanto.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Raciocínio.

Nós seres humanos nos tornamos uma raça privilegiada com um raciocínio evoluído, e por meio dele conseguimos sobressair entre as outras espécies sendo a espécie dominante no mundo.

Porém o raciocínio é algo complexo e esta ligado ao nosso “ser”. Uma pessoa sem raciocínio evoluído pode ser considerada como existente? Sem lembranças ou mesmo a capacidade de formular pensamentos, assim ainda existe?

Na tentativa de compreender o nosso raciocínio (pois todo animal raciocina, porém não de forma lógica e nem tem um raciocínio tão evoluído como o nosso) e o porquê o temos, e o quanto ele é fundamental para nossa evolução, vi explicações de varias opiniões diferentes, de pessoas que assim como eu tem suas teorias, coerentes ou não.

Algumas teorias dão o credito do nosso raciocínio a crença de nossa raça ser única e não semelhante às outras, sendo apenas nós portadores desse dom por sermos semelhança divina, outras teorias dão a nós o mérito do dom do raciocínio a nossa evolução, como em um sorteio nossa raça se sobressaiu às outras evoluindo de uma forma mais intensa, o que no futuro outras raças também poderão evoluir de forma semelhante a nossa.

Mas o que é o raciocínio?

Vendo por um ponto de vista fisiológico, quando crianças, criamos uma cópia de tudo que os nossos sentidos (visão, audição, paladar, tato e olfato) captam, geralmente é o que outros humanos nos ensinam, ou o que descobrimos, e essas copias são chamadas de memória. Quando você aprende algo o seu cérebro armazena, assim sempre que tiver contato com aquilo seu cérebro reconhecerá, fazendo com que você saiba o que é aquilo, mas alem de aprendermos e armazená-los temos a capacidade de realinhar essas informações criando os chamados “pensamentos próprios”. Porém será que conseguimos criar um pensamento próprio sem nenhuma informação adquirida? Sem nenhuma cópia armazenada?

Quando pensamos em algo que nunca tivemos contato, sempre vamos imaginar com uma mescla de coisas que já tivemos contato, assim não criamos, apenas remodelamos a partir daquilo que já vimos. Se disser que existe uma maçã na lua que não se parece com nada que podemos ter contato aqui na terra, vamos imaginar ela sendo uma maça meio abacaxi, ou uma maça de cimento com formato achatado e cheia de espinhos, mais nunca algo que não conhecemos. Assim a capacidade de criação de nossa mente é nula ou limitada. Sendo ela apenas capaz de reordenar, ou talvez pouco criar.

Temos esse nível de conhecimento que nos torna superior, pela quantidade de descobertas que fizemos, e remodelamos, tornando tudo que temos hoje.

Nosso corpo armazena essas descobertas em formas de sinais, sendo complexa a compreensão do mecanismo utilizado do corpo, porém muito útil. Um exemplo disso é quando vejo uma laranja da cor laranja, redonda e áspera. Quando a luz que reflete essa imagem chega aos nossos olhos, as células que recebem essa imagem liberam substâncias que desencadeiam voltagens que vão se estendendo até o cérebro. Chegando ao cérebro, essas voltagens vão até o local em que os elementos que formam esta imagem estão armazenados, estimulando essas áreas fazendo com que haja vários estímulos em cada parte relacionada com a imagem (cor, formato, dimensão, etc.) dessa forma sentimos milhões de estímulos, os quais sempre que sentimos esses mesmos estímulos traduzimos como a forma de uma laranja e fazendo com que reconhecemos tudo referente a essa imagem que esteja ligado a nossa visão.

Observando isso podemos dizer que nosso raciocínio nada mais é do que milhões de sinais que recebemos no sistema nervoso fazendo com que estimule as áreas relacionadas com os nossos cinco sentidos.

Ainda encontramos dificuldades com o funcionamento do nosso raciocínio por estar em evolução ou por não sabermos lidar com ele fazendo com que gere problemas psicológicos relacionados aos nossos cinco sentidos, como por exemplo, nos apegarmos a elementos ou coisas que nunca vimos na esperança de ser um aglomerado de cópias armazenadas que realinhamos (na nossa mente) a um ponto que quando estimulados nessa ordem faça com que estimule áreas dos nossos cinco sentidos e com isso obtermos prazer, dessa forma desejando aquilo e esperando o momento que quando tiver contato receba os mesmos estímulos gerando o mesmo prazer.

E com essas informações, a questão de outras raças se tornarem igual a nós, ou mesmo que evoluímos então não fomos criados já com esse raciocínio ou até mesmo que o verdadeiro raciocínio seria não esse que compreendemos e questionamos agora, mais sim algo que não conhecemos e não podemos imaginar, podem ser relevantes e estudadas, pois agora que estamos conciliando a ciência com as crenças antigas e tentado achar relações entre elas.

Pensando nisso deixo as seguintes questões: E se desligarmos nossos cinco sentidos logo após nascermos ainda assim seremos alguém? Ainda assim existiríamos?
E se quando morremos, apenas desligamos nossos cinco sentidos, ainda assim existiríamos?

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Certo ou errado quem diz é a consciência?

Quantas vezes por dia avaliamos as situações que presenciamos em nossa frente como certas ou erradas, assim nos deparamos com essas situações à vida inteira e sempre classificamos como certas ou erradas.

Essa classificação determina nossos atos, pois com ela decidimos se o que vamos fazer é certo ou errado. Mas o que nos faz determinar isso?

Dois fatores fundamentais para classificarmos algo como certo ou errado é o que nos é ensinado, pela educação dos pais, ou o que aprendemos na vida, com professores, leis da sociedade, etc... Porem mesmo que determinada ação seja classificada como errada ou certa temos um sentimento interno que julga por si próprio chamado de consciência. Essa consciência nos faz questionar e julgar essas situações que vemos como certas ou erradas, assim é nossa balança da justiça interna.

Antigamente eu acreditava que assim como nós recebemos nosso corpo como herança genética dos nossos próprios pais, a consciência era a herança genética adquirida de um ser superior, para nos guiar pelo o que é certo, porem observando algumas ações de outras pessoas notei que às vezes a consciência delas dizia que é certo ao fazer determinada ação enquanto na minha consciência existia uma opinião diferenciada. Então notei que a consciência assim como nosso corpo é evolutiva ou mesmo está em constante modificação, pois se temos uma determinada idéia sobre uma situação e consideramos errada, após refletirmos sobre essa idéia e observamos outro ponto de vista simplesmente modificamos nossa consciência a ponto de classificar tal situação que antes era errada agora como certa.

Observando esse determinado comportamento das pessoas não perdi a idéia da consciência ser uma herança superior para que tenhamos um senso de direção correto para nossas ações, mais sim passei a refletir mais sobre o que é certo, ou errado.
Algumas pessoas conseguem modificar a consciência a ponto de cometer assassinatos sem que sinta nenhuma culpa e acreditem ser ações corretas, já outras apenas encontram um objeto na rua e não tem coragem de pegar, pois acreditam como ser uma ação errada.
Após refletir, acredito que no caminho da sabedoria deve-se refletir sobre a maioria das situações (pois toda situação que eu viva ao invés de apenas passar deva refletir observando todos os fatores) logo minha consciência será livre, isso em um longo tempo, tornando-me capaz de cometer qualquer ação sem que seja castigado por um sentimento gerado por uma consciência não amadurecida.

Porem ao pensar nisso questionamos: qualquer um pode fazer o que quiser? Trair, roubar, matar, etc...? Pois a consciência aprimorada apóia esses atos.
Quando conseguir atingir esse nível de consciência também deve ser trabalhado questões como o direito do próximo, honra, compaixão, e outros valores que determinaram meus atos com o mundo que vivo.

Porem essas questões discutirei outros dias.

domingo, 6 de junho de 2010

A compreensão.

Quantas e quantas vezes nos irritamos por ações de outras pessoas, ou mesmo porque esperamos algo, e de repente aquilo que esperamos vem de uma forma diferente, talvez de uma forma que não "gostaríamos".

A partir que nascemos, somos apresentados ao que se é chamado de convivência, porem ninguém nos ensina a conviver, aprendemos por conta própria, talvez até recebemos ensinamentos "conselhos", ruins ou bons, mais que raramente colocamos em prática. O bom mesmo é a aprendizagem na “prática”, assim aprendemos a conviver, porem às vezes mesmo vivendo anos e anos não aprendemos nada!

E a compreensão é uma das chaves essenciais para a melhor convivência. A capacidade de compreender o próximo em suas ações, é uma meta para sabedoria e qualidade de vida, pois cada um é individual e pensa individual, segue um caminho só, apesar de passar a vida convivendo com outros, mãe, pai, irmão, irmão, amigo, marido, esposa, independente do laço, cada um é único e tem um caminho próprio, impedir que o outro não viva seu caminho por querer que faça o que achamos certo seria egoísmo.

Geralmente nossas escolhas seguem aquilo que nos interessa, procuramos aquilo que irá nos trazer benefícios, assim as vezes essas escolhas podem não estar adequado aos pensamentos dos outros, assim causando "atritos", que com a compreensão não existiria. No caminho dos sábios a compreensão faz com que se torne neutro a respeito dos assuntos alheios, não demonstrando julgamento nem sentimentos.

Sabendo que a compreensão existe em grande função da convivência, grande fator que deve ser levado em conta é o espaço de cada um, cada ser, pois nem todos tem grande compreensão, e ainda assim geramos sentimentos pelos atos dos outros, o qual pode gerar desavenças ou mesmo nos afastarmos.

Compreenda! Lembre-se que Jesus compreendia a todos independente do que faziam, ou o que fizeram, pois sabia que o que fizeram ou o que fazia eram por motivos próprios, escolhas que fizeram por função do seus caminhos individuais, inquestionáveis por outros.

Faça uma meta, da próxima vez em que se chatear porque alguém fez algo a você, pare, pense e tente compreender o porque ele fez, encontre um motivo compreensível.


Poema: Compreenda

Para todo tumulto,
Existe sua Paz,
Aquilo que faça,
O retorno a calmaria.

Que seja por me tornar mais forte,
Ou mesmo que por se esgotar toda fonte.

Assemelho como o grande tigre,
Quando em ira demonstra a tragédia,
Horas depois deitado a sobra,
Demonstra a beleza e paz.

Uma grande correnteza,
Mesmo que contenha tamanha força,
Segue um caminho ordenado,
Mesmo que em meus olhos...
Ordem não vejo.

Assim sem saber o que me falta,
Mesmo que sinto faltar,
Sei que há uma ordem...
Mesmo que não compreenda,
Mesmo que pensando eu não entenda.
A minha desordem segue um caminho,
Que para a solução basta eu tentar entender.

Todo caminho escolhido,
Existe um motivo,
Individual,
Ao qual devo compreender.

Compreendendo todas as ações e escolhas,
Torno a casa de meus sentimentos estável,
Inabalável, pois sempre que tempestades vier,
Compreenderei os seus motivos.

Bruno M.